Missões Espaciais

PPGs Envolvidos: ETE, CAP, MET, SER, CST, GES, AST

Países: Alemanha; Argentina;Canadá; Chile; China; Colômbia; Costa Rica; Espanha; Estados Unidos; França; Guatemala; Holanda; Israel; Itália; Paraguai; Portugal; Reino Unido; Rússia e Suécia

Descrição: Este tema abrange pesquisa e desenvolvimento de todos os segmentos de uma missão espacial dentro do escopo de suas teses e dissertações: (1) subsistemas / cargas úteis e até satélites completos, (2) lançadores e (3) sistemas de solo (comando e rastreio, centro de missão e centro de operação).

No PPG-ETE há uma série de parcerias técnicas com outras instituições estrangeiras bem como co-orientações de tese/dissertações. Exemplos de projetos interdisciplinares com perspectivas de colaboração internacional são:

  • Desenvolvimento do RaioSat, um cubesat 3U que abrigará carga útil de interesse do CCST para monitoramento de descargas atmosféricas. Há perspectiva de uma IES alemã desenvolver alguns subsistemas (Óptica e Controle Atitude) e compartilhar infraestrutura de controle com a Alemanha e Colômbia.
  • Desenvolvimento do BioMassSat, uma constelação de nanosatélites que avaliará informações relacionadas à atividade de fotossíntese em florestas tais como índice de vegetação e fluorescência da clorofila. Estes nanosatélites abrigarão cargas uteis óticas de interesse também do CCST para monitoramento da saúde de florestas e utilizaram prospectivamente uma constelação de forma a se obter monitoração com maior número de revisitas.
  • Investigação de fenômenos luminosos transientes (TLE) na CEA poderá se beneficiar de uma carga útil em cubesats. IES estrangeiras que demonstraram interesse incluem os países: Israel, Holanda, Itália, China, USA, UK, Argentina, Colômbia, Espanha, Japão e Rússia.

Em ambos projetos envolvendo tecnologia de nanosatélites (RaioSat e BioMassSat) as seguintes ações de projeto são necessárias e que envolvem as quatros áreas da PPG ETE majoritariamente em parceria com outras PPGs do INPE:

  • Realização o projeto conceitual dos nanosatélites – Utilizando a infraestrutura de Engenharia Simultânea CPRIME da DSE/ETE/INPE definir a arquitetura de missão mais adequada e viável bem como avaliar os principais balanços de envelope de sistemas espaciais. Definição de órbita e planejamento preliminar de eventual constelação (4 áreas da PPG-ETE bem como demais outras PPGs INPE)
  • Desenvolvimento do subsistema de potência dos nanosatélites (Área CSE). – Definição do painel solar, topologia de regulação e principais elementos para provisão de potência ao nanosatélite.
  • Desenvolvimento do subsistema de computação de bordo com blindagem a radiação dos nanosatélites (Área CSE / CMS) – Definição de matérias de blindagem radioativa e da topologia da computação de bordo, telemetrias, telecomandos, políticas de FDIR (Failure Detection, Isolation and Recovery).
  • Desenvolvimento do subsistema de carga útil dos nanosatélites (Área CSE) –  Definição e fabricação da ótica da câmera de detecção (Parceria prospectiva internacional) e posterior processamento de imagem a bordo da mesma.
  • Desenvolvimento do subsistema de controle da atitude dos nanosatélites (Área CMC) – Definição e implementação do controlador de atitude em 3 eixos para a missão (Parceria prospectiva internacional).
  • Definição do segmento de lançamento dos nanosatélites (Área PCP/CMC/CSE) – Avaliação de possibilidade de lançadores, estudo de viabilidade e Custo-Benefício bem como posterior contato para agendamento do lançamento (Parceria prospectiva com uso de lançadores nacionais – IAE/DCTA ou EUA, Índia, Rússia, Japão ou China).
  • Realização das atividades de Montagem, Integração e Testes (AIT)  do nanosatélite (Área CSE / CMS / CMC / PCP) –  Serão realizados testes de subsistemas dos nanosatélites com posterior integração a e testes em nível de sistemas. Para testes de subsistemas, parceria prospectiva internacional.
  • Desenvolvimento e Operação do segmento de solo dos nanosatélites (Área CMC/CSE) – Definição da topologia do segmento de solo para rastreio e controle do nanosatélite com banco de dados de telemetrias, telecomandos, políticas de solo para operação e FDIR. (Parceria prospectiva com uso de estações terrenas na América Latina, EUA, Europa, África do Sul, Índia, Rússia, Japão ou China).